“Voltar a fazer do folk uma ameaça” - a ideia reuniu nove músicos norte-americanos. Chamaram-lhe Riot Folk. Fazem das guitarras acústicas armas apontadas ao capitalismo e todas as formas de opressão e intolerância, reinventam a forma de partilhar e fazer música, cantam sonhos comuns. Ryan Harvey (música acima) é um dos fundadores do colectivo.
sábado, 3 de março de 2012
"Global Economy" - Ryan Harvey
“Voltar a fazer do folk uma ameaça” - a ideia reuniu nove músicos norte-americanos. Chamaram-lhe Riot Folk. Fazem das guitarras acústicas armas apontadas ao capitalismo e todas as formas de opressão e intolerância, reinventam a forma de partilhar e fazer música, cantam sonhos comuns. Ryan Harvey (música acima) é um dos fundadores do colectivo.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Músicos fronteiriços criam estilo musical próprio
Músicos brasileiros, paraguaios e argentinos das cidades que formam a denominada Tríplice Fronteira estão criando, há cerca de 2 anos, um intrincado estilo musical que tem como base a complexa realidade cultural da região, reunindo influências da cachaca paraguaia, do samba brasileiro, ritmos caribenhos, indígenas e de países árabes.
Com a utilização de instrumentos de sopro, percussão, cordas e um variado arsenal de equipamentos eletrônicos, o estilo se destaca pelo grande número de artistas envolvidos nas apresentações que realizam, além do visual despojado de seus músicos e apreciadores (roupas leves e coloridas, passos que alternam-se entre períodos lentos e mais rápidos).
Com belas melodias e letras que destacam o difícil cotidiano dos fronteiriços, casos amorosos, o calor e as noites agitadas das ruas e bares da região - cantadas num portunhol quase que indecifrável, e que que por si só já é digno de um estudo antropológico -, o ritmo vem caindo no gosto popular, tanto das camadas socialmente mais baixas como da classe média regional.
Com a utilização de instrumentos de sopro, percussão, cordas e um variado arsenal de equipamentos eletrônicos, o estilo se destaca pelo grande número de artistas envolvidos nas apresentações que realizam, além do visual despojado de seus músicos e apreciadores (roupas leves e coloridas, passos que alternam-se entre períodos lentos e mais rápidos).
Com belas melodias e letras que destacam o difícil cotidiano dos fronteiriços, casos amorosos, o calor e as noites agitadas das ruas e bares da região - cantadas num portunhol quase que indecifrável, e que que por si só já é digno de um estudo antropológico -, o ritmo vem caindo no gosto popular, tanto das camadas socialmente mais baixas como da classe média regional.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Um apelo aos iguaçuenses: criem tradições
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| Festival de Parantins |
domingo, 12 de junho de 2011
Una frontera, todas las fronteras: Heisenberg
Música tradicional paraguaia em homenagem a Heisenberg, um dos maiores contrabanditas da Tríplice Fronteira. Armas, drogas, filhotes de araras e tucanos, DVD's piratas, viagra, cigarros, whisky e bonecas. Não há nada que Heisenberg não transporte em segurança para o Rio e São Paulo. Pelas estradas marginais das cidades lindeiras ao lago de Itaipu, entre plantações de soja e girassol, são lendárias as fugas que Heisenberg empreendeu com o seu possante opala preto 6 canecos. Em todas, ele deixou os agentes e polícias federais comendo poeira. Subversivo anti-estado, ela não paga um tostão em impostos e não reconhece fronteiras. Anti-heroi típico e contemporâneo, ele é amado e temido em toda a região.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Cultivando Água Boa
A maior hidrelétrica do mundo em geração de energia é também a promotora do mais abrangente programa de cuidado com as águas em desenvolvimento no setor elétrico brasileiro. O Cultivando Água Boa é uma ampla iniciativa socioambiental concebida a partir da mudança na missão institucional da Itaipu Binacional, promovida em 2003.
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