Döner kebab (em turco: döner kebap, literalmente "espeto giratório") é um prato nacional turco, feito de carne assada num espeto vertical e fatiada antes de ser servida. A carne pode ser de cordeiro, carneiro, bovina, caprina ou frango. Alguns dos nomes alternativos também utilizados para o prato, muito comum em todo o Oriente Médio e na região européia dos Bálcãs, são kebab, donair, döner, ντονερ, doner ou donner. O döner kebab também está relacionado a diversos outros pratos similares das culturas vizinhas, como o shawarma e o gyros. Uma versão desenvolvida para agradar o gosto dos alemães, feita por imigrantes turcos residentes em Berlim, tornou-se uma das fast-foods mais populares da Alemanha, e muitos expatriados turcos exportam os döners "alemães" de volta para seu país natal.
No Brasil o döner kebab é comercializado com o nome de churrasco grego, normalmente em barracas de rua e pequenos estabelecimentos comerciais nos centros das grandes capitais.
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Fonte: Wikipedia
domingo, 6 de maio de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Foz do Iguaçu vai virar mar, o mar vai virar Foz do Iguaçu
Aos que ficarem, profetizo: Foz do Iguaçu vai virar mar, o mar vai virar Foz do Iguaçu.
Nestes dias, os escritores da cidade emprestarão seu talento com as palavras ao teatro e a poesia, e não mais aos enfadonhos textos turístico-publicitários e político-partidários.
Libertários, envelhecendo, não mais acabarão como políticos ou se sujeitarão as redações e assessorias de imprensa. Odeio pensar que as circunstâncias me obrigam a ser ativista, quando tudo o que desejo é a arte.
Nestes dias, o verão - assim como as demais estações - não será mais odiado, mas ansiosamente aguardado. Fase de passagem e renovação, terá algo de espiritual.
Não assistiremos mais planos aéreos contemplativos das cataratas em filmes de grande bilheteria e propagandas de produtos e viagens na TV, mas os mais diversos planos, sobre os mais diversos ângulos, de pessoas livres e em perfeita sintonia com o meio em que vivem.
Não haverão mais 3 cidades, a das Cataratas, com seus hoteis, a da Itaipu, com suas universidades e centros de pesquisas, e a dos pobres e desiludidos, entre ambas. Mas uma só, integrada com suas vizinhas na Argentina e Paraguai.
Nestes dias, não precisaremos mais buscar o "ismo" do realismo mágico, pois a realidade mesma será mágica. Não mais existirão líderes e a necessidade de anti-herois.
sábado, 3 de março de 2012
"Global Economy" - Ryan Harvey
“Voltar a fazer do folk uma ameaça” - a ideia reuniu nove músicos norte-americanos. Chamaram-lhe Riot Folk. Fazem das guitarras acústicas armas apontadas ao capitalismo e todas as formas de opressão e intolerância, reinventam a forma de partilhar e fazer música, cantam sonhos comuns. Ryan Harvey (música acima) é um dos fundadores do colectivo.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Músicos fronteiriços criam estilo musical próprio
Músicos brasileiros, paraguaios e argentinos das cidades que formam a denominada Tríplice Fronteira estão criando, há cerca de 2 anos, um intrincado estilo musical que tem como base a complexa realidade cultural da região, reunindo influências da cachaca paraguaia, do samba brasileiro, ritmos caribenhos, indígenas e de países árabes.
Com a utilização de instrumentos de sopro, percussão, cordas e um variado arsenal de equipamentos eletrônicos, o estilo se destaca pelo grande número de artistas envolvidos nas apresentações que realizam, além do visual despojado de seus músicos e apreciadores (roupas leves e coloridas, passos que alternam-se entre períodos lentos e mais rápidos).
Com belas melodias e letras que destacam o difícil cotidiano dos fronteiriços, casos amorosos, o calor e as noites agitadas das ruas e bares da região - cantadas num portunhol quase que indecifrável, e que que por si só já é digno de um estudo antropológico -, o ritmo vem caindo no gosto popular, tanto das camadas socialmente mais baixas como da classe média regional.
Com a utilização de instrumentos de sopro, percussão, cordas e um variado arsenal de equipamentos eletrônicos, o estilo se destaca pelo grande número de artistas envolvidos nas apresentações que realizam, além do visual despojado de seus músicos e apreciadores (roupas leves e coloridas, passos que alternam-se entre períodos lentos e mais rápidos).
Com belas melodias e letras que destacam o difícil cotidiano dos fronteiriços, casos amorosos, o calor e as noites agitadas das ruas e bares da região - cantadas num portunhol quase que indecifrável, e que que por si só já é digno de um estudo antropológico -, o ritmo vem caindo no gosto popular, tanto das camadas socialmente mais baixas como da classe média regional.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Um apelo aos iguaçuenses: criem tradições
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